Presente de mãe.

Olá amigos rubro-negros!

No dia das mães do ano passado, em plena Arena Fonte Nossa (que saudade!), aplicamos um sapeca Iaiá de 7 X 3 nas sardinhas. Um verdadeiro presente de mãe. De lá prá cá, “necas de pitibiribas”: são sete partidas sem o Esporte Clube Vitória ganhar do jahia de Itinga.

Mas nada como um dia após o outro. E eis que está chegando o dia das mães de 2014. Um novo dia, com uma nova expectativa.

Precisou o Vitória chegar ao fundo do poço, perdendo tudo que disputou em 2014, para que a humildade, a vontade de vencer e o sangue no olho voltassem a habitar o coração dos dirigentes, comissão técnica e jogadores.

Na coletiva de Ney Franco, após o jogo contra o J Malucelli, pela Copa do Brasil, quando fomos eliminados nos pênaltis, ele assumiu que o time precisava mudar taticamente e, principalmente, de atitude. Reproduzo parte do nosso texto de 26/04/14 “O que faz a diferença II”: Ao contrário de muito torcedores, até que gostei (senti pena) de NF na sua coletiva, quando reconheceu que o ano foi desastroso até agora e que, caso continuasse no Vitória, iria mudar taticamente e cobrar atitude de seus comandados. Vi um pouco de humildade.

No empate de 2 X 2 com o Atlético Paranaense (27/04), em Pituaçu, pelo menos no primeiro tempo, já deu para ver um time diferente, com outra atitude e vontade de vencer. O problema foi o intervalo do primeiro para o segundo tempo, quando voltaram (alguns) a ficar arrogantes, achando que podiam ganhar fácil. Ledo engano: não existe jogo fácil – têm que jogar focado até o fim. Faltou preparo físico para alguns jogadores e as substituições não deram o resultado esperado, principalmente Picapau que esteve numa tarde infeliz, errando tudo.

Eis que se aproxima o jogo contra o Fluminense, líder do campeonato, com cem por cento de aproveitamento, em pleno Maracanã, longe da pressão da torcida rubro-negra e perto da pressão da torcida carioca. Quando soube da escalação do Vitória, falei com meus botões: foi preciso chegar ao fundo do poço para a arrogância de Ney Franco (e também de alguns jogadores) desaparecer e ele se conscientizar que o nosso elenco é limitado e que o time tem que ser mais compacto, com dois volantes, e com todos voltando para ajudar na marcação. Previ: com essa formação e se jogarem com vontade e sangue no olho não vamos perder para o Fluminense. Dito e certo: ECVITÓRIA 2 X 1 FLUMINENSE. Lavamos a alma. Lembrei-me que estive no Maracanã no ano passado quando ganhamos de 3 X 2.

E agora meus amigos de infortúnio, o que esperar do time de Ney Franco para o BAVI do próximo domingo, 11/05, DIA DAS MÃES, na Arena Fonte Nova, a partir das 18h:30?

Esperamos vontade de vencer, sangue no olho, determinação e, principalmente, muita humildade, tanto no esquema tático (um time mais compacto e forte na marcação), quanto na paciência, esperando os momentos certos para atacar e/ou contra-atacar. Ser menos previsível. Ser menos arrogante, pois, se não tivéssemos tomado gols nos BAVIs da final e contra o J. Malucelli, seríamos campeões baianos e ainda estaríamos na Copa do Brasil, porém agora não adianta chorar sobre o leite derramado.

Agora é hora de termos um presente de mãe, ou melhor, é hora do time do ECVITÓRIA dar um presente especial para as MÃES, PAIS, FILHOS E À TODA FAMÍLIA RUBRO-NEGRA: FAZER A FESTA NA ARENA FONTE NOSSA, BROCANDO AS SARDINHAS.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

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Sobre rocharubronegro

Apenas um rubro negro apaixonado.

Publicado em maio 9, 2014, em Rocha. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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