Arquivo mensal: agosto 2013

O filme se repete. Por Olavo Oliva*

Amigos rubro-negros:

As decepções que estamos vivenciando com as atuações do nosso Vitória nos últimos jogos têm mostrado os mesmos erros cometidos pelo presidente ao longo da sua gestão.

Mais uma vez, o presidente-torcedor não realiza os investimentos que o time precisa, reforçando o elenco para a maratona tão difícil como o campeonato brasileiro. Nem na parada da Copa das Confederações foram feitas as contratações necessárias. O resultado está aí.

O campeonato brasileiro é longo, tem contusões, cartões amarelos, expulsões, etc. Qualificar o elenco é necessário.

O Presidente continua sem coragem para investir, insiste em praticar sua política equivocada de jogador barato durante os seis anos da sua gestão. Cansa o torcedor.

Para sorte de nós rubro-negros, sua gestão está terminando. No final do ano encerra-se a política pés na lama de sua administração, ficando somente o crédito de levar o clube à primeira divisão (espero que se mantenha), depois de amargarmos muitas decepções (Colo Colo, Bahia de Feira, São Caetano, 2ª divisão, eliminação da Copa do Brasil várias vezes). Enquanto o rival estiver fraco, fica se justificando ganhando deles. E quando o rival estiver forte?

Quanto ao técnico, não adianta demiti-lo. Entendo que, embora tenha parte de responsabilidade nos resultados, não pode levar a culpa se não tem elenco compatível com as dificuldades da Série “A”.

Jogadores do quilate de Dimas (pelo amor de Deus!), Marquinhos, Reniê, Tarracha, Camacho, Michel, Pedro Oldoni e outros menos votados, não podem vestir o nosso manto sagrado. Irritam o torcedor e o técnico tem que colocar para jogar por não ter outro.

Temo pelo restante do campeonato e torço para que não entregue a presidência com o clube na 2ª divisão. Fato que seria um atestado de incompetência.

* Olavo Oliva é Bel. Em Direito, Auditor Fiscal e Conselheiro do ECVitória.

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É preciso se reinventar.

Olá amigos rubro-negros!

No ano passado, o time do Glorioso Esporte Clube Vitória teve um desempenho avassalador no primeiro turno do Campeonato Brasileiro da série “B”, sendo a melhor performance de todos os campeonatos da era dos pontos corridos (a partir de 2006), com um aproveitamento superior a setenta e sete por cento (77,2%), quando ganhou quarenta e quatro (44) pontos de cinquenta e sete (57) disputados.

E o que aconteceu no segundo turno de 2012 para esse desempenho cair tanto, quando ganhamos vinte e sete (27) pontos de cinquenta e sete (57) disputados, ou seja, um aproveitamento de pouco mais de quarenta e sete por cento (47,4%)? As panelinhas, os problemas de comando, a falta de apoio à Comissão Técnica em detrimento aos paneleiros, falta de um bom planejamento e uma execução que deixou muito a desejar e outros problemas mais…

Felizmente, para 2013, as panelas foram desfeitas, o planejamento foi melhorado e a execução também. Começamos bem a nossa participação na elite do futebol brasileiro, ocupando sempre, nas dez (10) rodadas iniciais, as primeiras posições da tabela. Tivemos um time (titular) bem montado e até azeitado, porém não tínhamos como não temos substitutos a altura. Assim, quando um dos titulares (os mais importantes, como é o caso de Maxi, Escudero e outros) se contunde, o time sente e muito. Outro problema, e que já dissemos várias vezes, é o aproveitamento, ou melhor, a falta de aproveitamento fora de casa.

Num campeonato longo como o é o Brasileirão é preciso prever tudo isso. É preciso se reinventar sempre. É preciso ter um leque de opções, seja quanto ao esquema tático, seja quanto ao plantel. Não é óbvio e ululante? Então porque não o temos? Quem não se reinventa, quem não inova, fica para trás, é ultrapassado, tem que ser reciclado ou substituído. A campanha do ECVITÓRIA fora de casa é pífia. Precisa melhorar e muito. Precisa contratar urgentemente alguns jogadores. Já estamos cansados de repetir. Depois não vão chorar sobre o leite derramado. Quem avisa amigo é.

VITÓRIA, VOCÊ É SOMA DE TODOS NÓS!!!

Síndrome, complexo ou falta de estratégia?

Olá amigos rubro-negros!

Não sei se felizmente ou infelizmente, mas não assisti a goleada sofrida pelo VITÓRIA para o Cruzeiro, por 5 X 1, na Arena Mineirão, na noite do último sábado (17/08). Tive um compromisso nesse dia e horário. Não tecerei comentários sobre o jogo em si, ou sobre esse ou aquele jogador. Falarei sobre o coletivo, sobre o problema na sua amplitude. E aí vai a pergunta que não quer calar: será ou serão síndrome de jogar fora, complexo de inferioridade ou falta de estratégia?

O aproveitamento do time do VITÓRIA nos jogos fora de casa tem sido sofrível. Jogamos sete partidas (vinte e um pontos disputados), ganhamos uma, empatamos outra (quatro pontos) e perdemos cinco jogos (quinze pontos), ou seja, estamos com um desempenho inferior a vinte por cento (19,1%). Por outro lado, estamos com um aproveitamento de setenta e cinco por cento (75,0%) nos jogos em que fomos mandantes, principalmente quando o foram no Barradão, nossa CASA, nosso SANTUÁRIO. No total, o desempenho já está ficando abaixo da média, ou seja, menor que quarenta e nove por cento (48,9%), ganhamos vinte e dois (22) pontos, de quarenta e cinco (45) disputados. Menos da metade.

E aí meus amigos rubro-negros, o que devemos fazer para melhorarmos a nossa performance nesse campeonato brasileiro? Ganhar pontos fora de casa. E o que precisa ser feito para que isso aconteça? Ter postura, ter estratégia, trabalhar positivamente no consciente coletivo, aumentar a autoestima, ter (ou manter) um bom padrão de jogo, motivar os jogadores, passar confiança, trabalhar o psicológico, assim como melhorar o preparo físico. É fácil? Difícil é que não é, principalmente para quem ganha trezentos mil Reais (R$ 300.000,00) por mês (Comissão Técnica). Precisamos de reforços? Já estamos cansados de dizer que sim.

Não se constrói nada de uma hora para outra. Já estamos em agosto e nada de se contratar um bom zagueiro, laterais, um cabeça de área pitbull, um bom meia armador. Se já os temos, precisam nos dizer quem são ou nos mostrar pra que veio ou vieram, pois VONTADE, GARRA, RAÇA, DETERMINAÇÃO E SANGUE NO OLHO vemos somente de uns poucos.

Mas não adianta chorar pelo leite derramado. Quarta-feira (21/08) já temos uma pedreira pela frente, o Coritiba, pela Sul Americana, no Barradão, às 21h:50. No sábado (24/08), será a vez do Santos, na Vila Belmiro, às 18h:30. VAMOS APROVEITAR PARA COMEÇAR A MELHORAR O DESEMPENHO FORA DE CASA. A HORA É ESSA!!!

VAMOS TODOS AO BARRADÃO NESTA QUARTA-FEIRA!!!

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

A despedida de Gabriel Paulista e os Moutinhos

Olá amigos rubro-negros!

Os Deuses do futebol, sempre que podem (eles podem tudo, porém devemos fazer a nossa parte), ajudam o GLORIOSO ESPORTE CLUBE VITÓRIA. Assim o foi ontem (14/08), quando vencemos, de virada, no Barradão, A Ponte Preta por 3 X 1. Sinceramente, depois do final do primeiro tempo, não acreditava na superação rubro-negra, principalmente se voltasse o mesmo time. Felizmente o jogo foi outro no segundo tempo. As substituições deram resultado e, assim, pudemos sair com mais três valiosíssimos pontos, mantendo-nos próximo aos primeiros colocados com vinte e dois (22) pontos de quarenta e dois (42) disputados, ou seja, um aproveitamento de cinquenta e dois por cento (52,4%).

Não podia ser diferente, principalmente pelo significado da partida: DESPEDIDA DE GABRIEL PAULISTA – vai jogar no Villareal da Espanha, depois de cento e quarenta e dois (142) jogos com a camisa do VITÓRIA. Toda a torcida rubro-negra torce pelo seu sucesso. Como é um garoto (22 anos), tem muito ainda o que evoluir. Mantenha a humildade e invista na sua qualificação física e técnica que, com certeza, terá muito sucesso. Outra coisa boa é que vão entrar sete milhões de Reais nos cofres rubro-negros. Vamos, urgentemente, fazer as contratações que precisamos, pois o campeonato é longo e precisamos ter peças de reposição à altura, principalmente para almejarmos conquistas mais ousadas.

Outro fato que não me canso de repetir é quanto ao prazer que temos em ir ao Barradão. Chegar mais cedo, encontrar os amigos e degustar aquele “churrasquinho de gato com uma ceva gelada”. Ontem tive o prazer de encontrar um amigo e colega da Secretaria da Fazenda, a quem tenho uma grande admiração, tanto pela sua qualificação técnica, quanto pelo seu caráter, além de ter sido um excelente jogador de futebol (babas com amigos – ensinou-me muito). Encontrei, na passarela do álcool, Rubens Moutinho, seu filho Rubinho e seu Irmão Ruy (vide fotos). Foram bons momentos antes da bola rolar, culminando com a celebração da vitória dos LEÕES DA BARRA.

Pois é amigos rubro-negros, é sempre prazeroso ir ao nosso SANTUÁRIO, seja quarta-feira, sábado, domingo, à tarde, à noite. É a nossa casa. Sentimo-nos muito bem nela. Eu não sei o que está acontecendo (será que não sabemos?), pois para se chegar ao Barradão temos que vencer uma corrida de obstáculos, LITERALMENTE. São buracos, crateras, desvios e outras dificuldades e má vontades dos gestores, principalmente os públicos. Mas isto é assunto para outro artigo.

VALEU GABRIEL PAULISTA!!!

VALEU ESTREANTES: EULLER, PEDRO OLDONI E ELISEU!!!

VALEU VANDER E MARQUINHOS!!!

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

Como surge um ídolo.

Olá amigos rubro-negros!

Hoje o nosso texto será curto e caceteiro!

É somente para contrariar um dos meus princípios: evitar ao máximo escrever sobre esse ou aquele jogador ou pessoa, pois, além de quase sempre queimar a língua, eu levo muito a sério (desculpem a modéstia – rsrsrs) o provérbio chinês que diz: “Pessoas brilhantes tratam de ideias, pessoas comuns de coisas e pessoas medíocres de pessoas”.

Pois bem, depois da partida de ontem (07/08), quando empatamos, no Barradão, pelo placar de 1 X 1, com o Fluminense-RJ, deixando escapar uma excelente oportunidade de aproximarmos ainda mais dos líderes desse difícil Campeonato Brasileiro, eu vou relatar o meu sentimento sobre um jogador do nosso GLORIOSO VITÓRIA. Antes, porém, não podemos deixar de dizer que foi um jogo (principalmente no primeiro tempo) em que os LEÕES DA BARRA demonstraram tudo que havia faltado na partida do domingo (04/08), quando vencemos milagrosamente e de virada a Portuguesa de Desportos por 2 X 1. Demonstraram raça, determinação e muita vontade de vencer. Foi uma pena termos cedido o empate aos trinta e oito minutos do segundo tempo. O time acabou o jogo de ontem mortinho de cansado. Vamos cuidar mais do preparo físico.

Para quem disse que o texto ia ser curto e caceteiro, já me estendi demais.

Mas o que eu queria falar era sobre o NOVO E MERECIDO ÍDOLO DA TORCIDA RUBRO-NEGRA. Aquele que aguardávamos há muito tempo. Aquele que simboliza a garra, a raça e a vontade de vencer. Aquele que joga todos os jogos com sangue no olho, com objetivo. Ele erra, mas quer acertar. Ele cai, mas se levanta antes de chegar ao chão. Ele corre o tempo todo, mas, como todo ser humano, se cansa, porém não se entrega. Ele é o amigo certo das horas incertas. Ele é aquele que tem resolvido os nossos problemas de gol. Ele não brinca, não faz firula. Além disso tudo, ele ainda declarou que é muito grato ao TIME que o acolheu e à sua família. É tão grato que irá batizar a sua próxima filha com o mesmo nome desse grande clube: VITÓRIA. Prova de amor recíproco. Seu nome? MAXI BIANCUCCHI. Assim surge um novo ídolo no ESPORTE CLUBE VITÓRIA.

Temos muitos bons jogadores? Temos sim! Vários.

Que todos se doem tanto quanto e mirem no seu exemplo.

VALEU MAXI BIANCUCCHI!!!

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

Milagre!!!

Olá amigos rubro-negros!

O Papa Francisco, quando da sua recente visita ao Brasil, disse que Deus é Brasileiro. Acertou em parte, pois, depois do jogo de ontem (04/08), quando o Vitória ganhou, no Barradão, de virada, para a Portuguesa de Desportos pelo placar de 2 X 1, podemos afirmar, sem medo de errar, que Deus, além de brasileiro, é, também, baiano e torcedor do LEÃO DA BARRA e, para confirmar seu poder e sua preferência, colocou toda legião de Anjos, Arcanjos, Querubins e Serafins na área defendida pelo ABENÇOADO GOLEIRO WILSON, como também Santificou Maxi Biancucchi e iluminou Danilo Tarracha e Fabrício. O que vimos ontem no Barradão foi ou não foi um grande MILAGRE? Bota milagre nisso! Só pode ter sido A MÃO DE DEUS que impediu o ECVITÓRIA de ter levado uma goleada histórica na noite de ontem.

Não acreditamos que o nosso time possa jogar novamente tão ruim como (NÃO) jogou ontem. Podemos dizer que tudo que podia dar errado (e ruim), aconteceu nesse jogo. Vamos pedir a DEUS que não deixe que passemos novamente pelo que passamos ontem. O time estava apático, sonolento, sem vontade, desorganizado em campo, enfim, não era aquele VITÓRIA que vinha dando alegria (em casa) ao seu torcedor. Isso tudo sem contar com a atitude desrespeitosa de Renato Cajá, que há muito tempo vem deixando a desejar, jogando cada vez menos. Que ele volte a jogar bola (repito o que falei na semana passada), pois ganha muito bem para isso. Mereceu as vaias da torcida, assim como também merece uma reprimenda pela sua atitude de pedir aos torcedores que o vaiassem mais. Ele é um profissional que o ECVITÓRIA paga seu salário em dia e como tal deve se comportar, jogando um futebol à altura.

Pois é, meu amigos, bastou o LEÃO acordar nos últimos minutos e jogar com vontade de vencer que acabou conseguindo superar todas as adversidades e dificuldades, conquistando mais três importantíssimos pontos dentro de casa, melhorando a sua performance na competição. Continuamos na sexta colocação, com dezoito pontos, porém nos mantivemos próximos ao G4, com um ponto do quarto colocado (Internacional) e a cinco pontos do líder Botafogo.

Na próxima quarta-feira (07/08), às 19:30 horas, iremos enfrentar, novamente no Barradão, a forte equipe do Fluminense-RJ, campeã brasileira do ano passado. Será uma pedreira, porém, se o time do VITÓRIA que já errou contra a Portuguesa tudo que podia errar, podemos acreditar em mais um resultado positivo. Que o Senhor Caio Junior e Dirigentes procurem harmonizar o grupo, dando o equilíbrio psicológico necessário para que continuemos na caminhada em busca de uma vaga na Libertadores das Américas.

Durante o jogo, aconteceram alguns fatos interessantes onde eu estava, nas cadeiras. Um garotinho de uns cinco anos, mesmo quando o VITÓRIA estava perdendo por 1 X 0, continuava dizendo que íamos virar o jogo e ganhar por 2 X 1. Eu disse para o tio dele que iria chamá-lo de PROFETINHA se aquilo acontecesse, o que para mim era pouco provável àquela altura do jogo. Aconteceu e eu o fotografei com o tio e depois comigo. Vejam as fotos do PROFETINHA no nosso blog. Outro fato foi eu ver a pequena (quase moça) JADE jogando vídeo game, também quando perdíamos por 1 X 0, e aí eu chamei a atenção dela, pedindo ao seu pai, José Prado, que não deixasse mais ela jogar, pois o VITÓRIA ainda podia virar o jogo, o que aconteceu. Para completar, contei para Oliveira sobre o artigo que eu tinha escrito sobre ele (As preces de Oliveira), após a vitória do LEÃO sobre o São Paulo, por 3 X 2. Tirei a foto dele orando e também postei no blog.

Torcida rubro-negra, apesar do horário do jogo ser um pouco perverso e o trânsito da nossa cidade nesse horário ser um caos, vamos lotar o nosso SANTUÁRIO e incentivar o time.

Milagres acontecem. Vamos fazer por merecer. Vamos fazer a nossa parte.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

O poder das palavras

Olá amigos rubro-negros!

As palavras têm um poder e uma influência incrível no psicológico coletivo. Assim o Senhor Caio Junior provou esta semana. Falou tanto para os jogadores das maravilhas que seria jogar no monumental Maracanã, que eles deviam aproveitar a oportunidade e coisa e tal, classificando-os (subjetivamente) como terceiros “mundistas”, subdesenvolvidos, tupiniquins e outras coisas mais. E o pior é que eles se comportaram como tal no jogo de ontem à noite, quando perdemos para o Botafogo de Seedorf (literalmente) por 2 X 0.

No básico da psicologia, da motivação e da liderança devia ser justamente o contrário. Em verdade, em verdade eu lhes digo que não é nada demais jogar no Maracanã ou em qualquer outro estádio, pois são os jogadores os maiores e verdadeiros protagonistas do espetáculo. Temos o Barradão (NOSSA CASA – com um grande Centro de Treinamento), além de Pituaçu e Arena Fonte Nova ou Nossa; vamos chegar lá e arrebentar! Isso, sim, são postura e palavras motivadoras. E o que precisaria para que o resultado de ontem fosse diferente? POSTURA!!! Mais alguma coisa? Sim: foco, raça, determinação e, principalmente, sangue no olho. Jogar de igual para igual. Se eles são bons, nós também o somos. Isto sim é pensamento positivo!

TENHA CUIDADO COM O PODER DAS PALAVRAS. USE-AS PROATIVAMENTE!

E as ausências de Vitor Ramos e Nino Paraíba e a falta de um volante pegador (pitbull)? Disso já falamos no nosso texto anterior (Estamos bem, mas…). Não temos jogadores reservas à altura, assim como o esquema tático (se é que tem) está cada dia mais previsível. Cajá precisa voltar a jogar bola (e com vontade).

O time do ECVITÓRIA precisa, e muito, melhorar o desempenho fora de casa, pois conquistou somente quatro pontos dos quinze ((4/15) disputados, ou seja, um aproveitamento de quase vinte e sete por cento (26,7%), totalmente diferente da performance em casa, onde conquistou onze pontos dos quinze (11/15) disputados, mais de setenta e três por cento (73,3%) de aproveitamento.

No total, conquistamos cinquenta por cento (50%) dos pontos disputados, ou seja, ganhamos quinze (15) pontos dos trinta (15/30) disputados. Média da média. Somos medianos? Tenho certeza que não! Vamos provar isso daqui prá frente.

Temos a obrigação de ganhar o jogo de domingo, no Barradão, às 18:30 horas, contra a Portuguesa de Desportos-SP (Lusa).

O BARRADÃO É A NOSSA CASA. VAMOS LOTAR! VAMOS BROCAR!

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

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