Sempre é festa!

Olá amigos rubro-negros!

Esse Corinthians não é fácil. “Êta” timinho que joga fechado! Mas, com todas as dificuldades, tivemos uma tarde maravilhosa na nossa CASA. Foi e será sempre uma festa e uma alegria enorme vermos o BARRADÃO lotado. Nós que estamos sempre lá, há muito queríamos (queremos sempre) vê-lo lotado, com nossa torcida incentivando os GUERREIROS LEÕES DA BARRA a irem para cima de seu adversário, qualquer um que seja. Ontem (03/11) tivemos um grande jogo, mesmo empatando em 1 X 1 com o Timão Paulista. Jogo de gente grande para mais de trinta e seis mil corações rubro-negros. Até o tráfego recebeu maiores cuidados e flui normalmente, tanto antes como depois do jogo. Temos que continuar reclamando e cobrando mais atenção de quem de direito. Não fazem mais que suas obrigações.

O prazer e a alegria em reencontrar os amigos e parceiros de estádio estavam estampados nas nossas faces, principalmente depois do grande resultado conseguido no Maracanã. E a turma toda dizendo que me viu pela televisão no jogo contra o Fluminense no Rio de Janeiro. Como J. Mocota afirmou, eu e “Sêo Françuel” somos pés quentes.

E as torcidas do interior? Ontem encontrei um grupo grande de torcedores de Miguel Calmon e que já moram aqui em Salvador. Bebeto e sua turma. Disse pra ele que ia apelidar o grupo como “Os calças curtas rubro-negros”. Vejam as fotos. Valeu galera! Não vou negar que tremi de medo quando vi um bocado de pinguins (pé-frio), mas Bebeto me informou que tinha tomado todas as precauções para anular o efeito: não fez churrasco e levou somente carne branca (frango asso) para degustar no estacionamento dos Conselheiros. Olha que foi um luta danada (mandinga prá lá e prá cá), por isso conseguimos empatar a partida. Felizmente! Podia ser pior (rsrsrsrs).

Fiquei contente também com a postura da equipe, que apesar da ausência da zaga titular, Renato Santos e Luiz Gustavo jogaram com garra, substituindo à altura. Quem mais uma vez destoou do grupo, o que já não é mais novidade, foi Renato Cajá. O time sempre melhora com a sua saída. Se eu fosse Ney Franco, no jogo contra a Ponte Preta, domingo próximo (10/11), eu sacaria Cajá e jogaria com Luiz Gustavo, Marcelo, Cárceres e Escudero no meio de campo. O time ficaria mais consistente, deixando Cárceres e Escudero mais adiantados. Vamos aguardar para ver o que o nosso MÁGICO DO BARRADÃO vai fazer. Que coelhos ele tirará da cartola.

Pois é amigos, sempre é FESTA NO BARRADÃO. Ontem o foi novamente.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

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Sobre rocharubronegro

Apenas um rubro negro apaixonado.

Publicado em novembro 5, 2013, em Rocha. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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