O Alquimista e a pedra filosofal

Pois é amigos rubro-negros:

Ando, de todas as formas, procurando as explicações possíveis e até mesmo impossíveis para diagnosticar o problema do time do VITÓRIA nesses últimos anos, em especial nesses últimos meses, mais precisamente ainda neste campeonato baiano. Ando, inclusive, buscando filosofar, fazer previsões, enfim, tentando encontrar as causas dos sucessivos insucessos do nosso GLORIOSO VITÓRIA. Já comentamos de e sobre todos os ângulos e nada, ou melhor, no fim das contas sempre concluímos que o buraco era e é mais embaixo, que o ou os problemas são de ordem de comando, decorrentes da estrutura organizacional e, principalmente, de gestão; vem dos bastidores, são de liderança.

Descobrimos a pólvora, reinventamos a roda? Qual nada! Disso todo mundo sabe, disso todo mundo fala, disso todo mundo grita. E eu pensando que era o bam-bam-bam. Sou nada! E eu pensando que encontrei a PEDRA FILOSOFAL, que era o ALQUIMISTA, que seria capaz de transformar qualquer “mercadoria” em ouro…

Pois é, mais uma vez, amigos rubro-negros, precisamos apelar para todos os Santos, pois Sangue de Cristo tem Poder – vamos aproveitar, já que estamos na Semana Santa. Vamos transcender ao mundano, ao normal, ao costumeiro e buscar explicações ou soluções em outras dimensões, apesar de, conforme já dissemos, todos nós sabermos as causas disso tudo, as quais deixaremos para o “grand-finale”.

Conforme a história e a sabedoria nos têm ensinado, qualquer grupo, qualquer time para se tornar uma boa equipe, uma boa orquestra é preciso que tenha um grande líder, um grande maestro, um grande mestre. E esse mestre tem saber o que quer e o que é melhor para o grupo. Esse mestre é quem ensina, é quem lidera, é quem acolhe, é quem acalenta, é quem puxa as orelhas, enfim, ele é o LIDER, é o MAESTRO, é o COMANDANTE. Numa casa em que isto não está tacitamente e claramente definido e amplamente difundido, é uma casa de “NOCA” (Não Obterá Campeonato Algum).

Comando, liderança, determinação e vontade de vencer não são inerentes a nenhum cargo, seja de PRESIDENTE, DIRETOR ou TREINADOR. Estes atributos são inerentes à pessoa. Ou ela os tem ou não. Não adianta ser presidente de um GRANDE CLUBE como o é o nosso GLORIOSO VITÓRIA, não adianta ser um empresário bem sucedido, seja em que ramo for, porque no futebol, para liderar e ser vencedor, é preciso que tenha esse conjunto de atributos. Tenho dito!!!

Os resultados positivos vêm como conseqüência de uma boa estrutura organizacional, de uma boa gestão, de uma voz de comando firme e forte (não entender como opressiva e ditatorial, não tem nada a ver). O mestre ensina com a razão e o coração. O mestre ensina com atitudes. O mestre ensina com sabedoria. O mestre ensina com exemplo.

O mundo do futebol é mundo “CÃO”, não é para qualquer um.

A PEDRA FILOSOFAL está dentro de cada um de nós. É preciso procurá-la com os olhos da alma para encontrá-la. SEJAMOS ALQUIMISTAS.

ACORDEM DORMINHOCOS!!!

Em outra oportunidade falarei sobre a idiotice, a prova de incompetência, o reconhecimento da ineficiência generalizada que é a TORCIDA ÚNICA nos estádios. É O FIM DOS TEMPOS (12/12/12).

GLORIOSO VITÓRIA, VOCÊ É MAIOR QUE QUALQUER UM, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

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Sobre rocharubronegro

Apenas um rubro negro apaixonado.

Publicado em abril 3, 2012, em Rocha. Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. Robeval Lopes Lima

    Prezado Rocha

    Quero registrar minha satisfação ao ler o texto: “O alquimista e a pedra filosofal”, pois nos leva a uma reflexão quanto a atual conjuntura vivida pelo Esporte Clube Vitória, onde prepondera tempos de irritante instabilidade.

    O texto é bom também por que foge do linguajar comum do “futebolês”, e aborda um tema desde sempre importante para as corporações de todos os tipos, que é a liderança, e o relevante papel que esta desempenha nas organizações, seja de forma positiva e desejada por todos que compõe o grupo, ou de uma forma nociva, mesmo que involuntariamente por falta de percepção dos atores no contexto.

    A verdade é que a bem pouco tempo, tínhamos um time que transbordava segurança, era vibrante em campo, mostrava um padrão de jogo que dava gosto de se ver, onde os grandes times do Brasil que nos enfrentavam no Barradão, via de regra, saiam derrotados.

    Era praxe os meios de comunicação do eixo sul e sudeste, registrarem as dificuldades que os clubes daquelas regiões tinham ao enfrentar o VITÓRIA em nossa casa, pois sabiam a pedreira que tinham de enfrentar. Bons e prazeirosos tempos. Foi ontem.

    Fica o nosso desejo de uma reflexão por parte do todos que fazem o Esporte Clube Vitória, quanto à importância de rever conceitos, bem como mirar valores básico citados no texto, pois estes compõem o alicerce do sucesso nas organizações.

    Roberval Lima

  2. Que bom ver o Roberval Lima expondo suas idéias. O fato é que toda Organização tem a “cara” do chefe. E o Vitória de hoje tem o jeitão de Alexi Portela. Ou seja: inseguro, sem força e com a auto-estima lá embaixo.

    Muitos falam que Alexi Portela é um empresário de sucesso. Só que isto não é requisito para comandar uma equipe de futebol. Eu também sou bem sucedido em tudo o que faço. Porém isso não me habilita a dirigir uma nação como é o Esporte Clube Vitória.

    É preciso de muito mais do que isso. Carece de liderança real e, acima de tudo, ser vencedor e aparentar que o é. Alex passa a imagem de um menino chorão, criado dentro de muros de condomínio e, por parecer indefeso, todos querem logo tomar o seu pirulito. A torcida do Vitória precisa de um líder de verdade.

    Agnaldo Silva

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