Que título escolher?

Olá amigos rubro-negros!

Nesse domingo (18/02), presenciamos um dos fatos mais lamentáveis da história do futebol baiano, em especial dos BaVis. Fiquei na dúvida sobre que título escolher para este texto, pois as opções eram tantas. Ei-las:

1- Todos perderam

2- Que vergonha!

3- O Homem animal

4- Ser ou não ser…

5- Gestão profissional, quando?

6- (Des) Equilíbrio psicológico

7- Consciente X inconsciente

8- Psicológico coletivo

9- Causa ou consequência?

10- Reflexo de uma sociedade doente?

11- A grande oportunidade de mudança

12- Todos erraram!

13- A hora e a vez da humildade.

Independente do título, pois en passant, todas as opções contribuirão para que eu possa externar o sentimento de pesar que paira sobre cada um dos corações rubro-negros. Pareceu-nos um pesadelo! O que era para ser uma festa, uma celebração da paz, da civilidade, do exemplo esportivo, tornou-se uma batalha de trogloditas, de inconsequentes/inconscientes ou inconscientes/inconsequentes…

Todos erraram, todos perderam, todos são culpados. Que vergonha! Não adianta encontrar o bode expiatório. Todos o são. Não adianta saber quem começou, quem deu causa, quem fez isso, quem fez aquilo. O momento é de reflexão. É preciso que todos façam a mea culpa e tenham humildade em reconhecer que tudo poderia (e deverá futuramente) ser diferente. Que o respeito pelo outro, pelo ser humano, deve estar acima de qualquer coisa. Somos seres humanos dotados de inteligência (será?)…

Ser ou não ser , eis a questão. Os valores morais e éticos devem fazer parte da formação dos atletas. O acompanhamento psicológico deve ser uma constante no grupo. Os jogadores, os dirigentes, enfim, todos os envolvidos, devem estar conscientes que cada jogo é uma batalha de técnica, de tática, de estratégia, mas não uma guerra de homens das cavernas.

Agora é hora de sacudir a poeira e dar a volta por cima. Ter muita humildade e sabedoria para construir um novo futuro, mais profissional, mais esportivo, mais ético, mais planejado, mais consistente. Construir um novo Vitória permeado de bases sólidas e objetivos definidos claramente. Ricardo David ainda tem quase dois anos para fazê-lo, mas tem que começar já. Tem que saber o que quer e como fazer. É a grande oportunidade de mudança.

As coisas ruins que acontecem só valem a pena se soubermos usar para construir um amanhã melhor. Somos seres inconscientes com dez por cento (10%) de consciência. A pior das coisas a ser controlada é o estouro da manada. Precisamos ser o senhor e dono do nosso destino e capitão da nossa alma. Precisamos dar rumo às nossas vidas, assim como os gestores do NOSSO GLORIOSO ESPORTE CLUBE VITÓRIA precisam dizer pra que vieram. Chega de mais do mesmo. É hora de reinventar, de fazer as mudanças necessárias, de implantar uma nova filosofia de gestão. Chega de amadorismo. Chega de desequilíbrio.

Seria tudo isso reflexo do momento em que o nosso país está passando? Da impunidade? Da violência? Não aguentamos mais ver gestores incompetentes transferindo a responsabilidade para o pobre e coitado cidadão espoliado. Assim o somos nós torcedores.

Árbitro horroroso! Atletas inconsequentes pregando a guerra nas redes sociais. Dirigentes da Federação Baiana de Futebol omissos e inconsequentes. Dirigentes de clubes falastrões. Imprensa tendenciosa…

Vamos todos pregar a paz e fazê-la acontecer realmente.

Que possamos todos aprender com esse lamentável BAVI.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

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Sobre rocharubronegro

Apenas um rubro negro apaixonado.

Publicado em fevereiro 21, 2018, em Rocha. Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. Marcus Mota Rios

    Nota de repúdio!

    Como torcedor do Esporte Clube Vitória me sinto envergonhado pelas atitudes de alguns jogadores, ontem no clássico no Barradão, fui ao estádio – como vou com uma certa frequência, ver um jogo bonito – da “paz”, porém não fora dessa forma.

    A atitude do jogador Vinicius, do Bahia não foi adequada, o que não justifica as agressões dos jogadores Kanu, Rayner e Denílson, principalmente.

    Tanto o Vitória quanto o Bahia são instituições que devem ser respeitadas, acima de qualquer coisa. Devemos, antes de mais nada, ter senso crítico, e além das paixões, analisar o esporte – o futebol, neste caso específico – como um movimento social que deve levar entretenimento.

    Por parte do E.C. Bahia, teve agressões, sobretudo como “revide”… Todos os envolvidos diretamente, tem que ser punidos severamente.

    Quero parabenizar a postura do presidente do Bahia, Guilherme Bellintanni, pela lucidez na entrevista no “Troca de Passes” no canal SPORTV, e também a Wagner Mancini na entrevista pós jogo, bem como o novo presidente do Vitória, Ricardo Davi… Bom ver o novo modelo de gerir o futebol!

    Quanto aos torcedores que incitam a violência, me perdoem, são todos VAGABUNDOS, de ambas as partes.

    Uma pena como tudo terminou, mas temos como corrigir dando bons exemplos. Daremos a volta por cima com: punição, remissão e consertos para que não ocorra novamente!

    Viva a beleza da arte chamada: futebol!

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