O perfil de um bom gestor.

Olá amigos rubro-negros!

Este ano está sendo um dos piores dos últimos tempos para o nosso GLORIOSO ESPORTE CLUBE VITÓRIA. Não ganhamos nada e caminhamos a passos largos rumo à segunda divisão. Que o nosso BOM DEUS tenha compaixão de nós e opere um dos seus milagres, pois, depois da derrota, por 1 X 0, para o Sport, gol do saudoso Neto Baiano, em Feira de Santana, no sábado (31-05), está difícil acreditar em algo diferente da segundona. Só Jesus Salva!

O planejamento deste ano, ou não foi bem feito, ou não foi (está sendo) bem executado. E aí eu pergunto aos meus botões: então o problema é de gestão? Qual o perfil de um bom gestor?

Nos meus quase sessenta (56) anos de vida, de estudo e caminhada no campo da gestão, em especial da gestão estratégica, podemos dizer, sem medo de errar (desculpem, mas não é falta de humildade), que alguns pontos são fundamentais para definir o perfil de um bom gestor. Enumeraremos alguns, os principais, os quais não podem faltar naquele responsável pela gestão de uma empresa, de um clube de futebol, ou de qualquer empreendimento que queira ter sucesso, ser vitorioso. São eles:

1-     Escolher bem os membros (dirigentes) da sua equipe – colocar as pessoas certas nos lugares certos, levando em consideração a experiência, a competência e a vontade de fazer acontecer – este é basilar, estruturante, o principal para mim;

2-     Planejar bem e executar melhor ainda, sendo rápido nas decisões e soluções dos problemas, adequando os rumos para alcançar as metas planejadas;

3-     Ser um formador de líderes e não de seguidores que só dizem amém;

4-     Valorizar a política do ganha-ganha, saber a diferença entre despesas e investimentos;

5-     Ser visionário, vanguardista, estar à frente do seu tempo, antever os problemas e antecipar as soluções para não ficar correndo atrás do prejuízo, só consertando os erros;

6-     Aprender com os erros cometidos, seus e da sua equipe, não repetindo esses mesmos erros: errar é humano, permanecer no erro é outra coisa;

7-     Ser um bom ouvinte (saber a quem escutar) e ter a democracia como melhor forma de poder;

8-     Ver oportunidade onde outros estão vendo problema, tirando proveito de toda situação adversa;

9-     No futebol, o bom gestor tem a consciência que o torcedor é o maior patrimônio e a transparência a melhor forma de administrar;

10-  Identifica a (s) causa (s) do (s) problema (s) e trabalha nela (s), não na (s) conseqüência (s), sabendo o que é principal (e não acessório), aplicando os recursos corretamente;

11-  É um estrategista no planejamento e na execução, tem o toque de Midas, transforma tudo em ouro;

12-  Tem consciência que “A bola não entra por acaso” e “A sorte sempre acompanha os competentes”.

13-  Link de “As treze regras de ouro da boa gestão” – por Época Negócios OnLine com FNQ de 27-05-2014:

http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2014/05/13-regras-de-ouro-da-boa-gestao.html

14-  Link de “Os dez mandamentos para o crescimento e sucesso do ECVitória” de 05-12-2012: http://www.ecvitorianoticias.com/2012/12/os-vitorias-e-conclusao-do-livro.html.

Para o BOM GESTOR meia palavra basta!

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

A causa do meu estresse.

Olá amigos rubro-negros!

Por mais que nos esforcemos para segurar e suportar, fica difícil não externar o nosso sentimento (raiva, tristeza, desilusão angústia, preocupação…) sobre o momento que estamos vivendo e que colocaram o nosso GLORIOSO ESPORTE CLUBE VITÓRIA (sempre escreverei em caixa alta, pois ELE é maior que todos e que tudo isso: ELE é a soma de todos nós).

Por mais que nos controlemos para não sofrer ou para não somatizar (ato ou efeito de transferir para o corpo um problema de ordem psicológica), coisa impossível para quem é apaixonado, quem verdadeiramente ama, não tem jeito para não perder noites de sono, não se enfurecer, não querer fazer tudo para mudar a situação, ou pelo menos para mostrar os caminhos e a vontade de mudar. E o resultado disso tudo? ESTRESSE. Descobri a causa do meu estresse.

Estou indo na próxima quinta-feira fazer uma consulta com o meu gastroenterologista, pois voltei a sentir o meu estômago depois de quatorze anos.

Eu e todos os apaixonados pelo LEÃO DA BARRA não estamos suportando mais as desventuras deste ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 2014. Perdemos tudo que disputamos até agora. Já são oito partidas sem ganhar do nosso rival sardinha de Itinga. Fomos goleados (4 X 1) pelo América de Natal. Fomos “piormente” goleados (5 X 1) pelo Ceará. Perdemos o Campeonato Baiano para as carniças. Saímos na primeira fase da Copa do Brasil para o “sem série” J. Malucelli.

Para completar, ontem (18/05) perdemos de 1 X 0 para o timinho do palmeiras, também sem técnico e sem vários titulares, na nossa última partida dentro de Pituaçu, antes da Copa do Mundo.

Por mais esperanças por dias melhores que temos, está difícil acreditar que eles virão, principalmente por não vermos ações/atitudes tempestivas de quem de direito. É um tal de “meia boca”, “tapa buracos” e outras coisas mais que não tem ser humano, por mais confiante que seja, que acredite em mudanças de rumo, pelo menos a curto prazo. Graças a Deus, serão somente mais quatro jogos antes da parada para a Copa FIFA. Até lá, vamos tomando os remédios para o estômago e fazendo alguma terapia para que esses desconfortos estomacais não evoluam para esofagite de refluxo ou úlcera. Deus é mais!

Nos meus textos anteriores (Fim da era Ney Franco, O que faz a diferença II, O que Faz a diferença e O pior cego… ), já havia chamado a atenção (e muito) para toda essa problemática: falta de atitude tempestiva. As coisas indo para o ralo e nada sendo feito. Raimundo Queiroz foi o bode expiatório. Felipe Ximenes chegou (comenta que o Flamengo também o quer) e até agora nada fez, ou o que fez não deu nenhum resultado.

A torcida está À ESPERA DE UM MILAGRE!

Seguem alguns provérbios portugueses e brasileiros:

O pior cego é aquele que não quer ver. Quem muito espera, desespera. Quem não ouve conselho, não merece “o coitado”. Diga-me com quem andas e te direi quem és. Quem não anda depressa, nunca chega a tempo. Quem não arrisca, não petisca. Quem não entende, não aprende. Quem não ouve bons conselhos, cedo se põe a perder.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

Fim da era Ney Franco.

Olá amigos rubro-negros!

Chegamos ao oitavo BAVI sem vencer as sardinhas de Itinga, cedendo o empate por um gol no último minuto do clássico de ontem (11/05), quando, mesmo com um sofrimento enorme e um jogo de pegada e sem maiores técnicas, já vislumbrávamos os três pontos ganhos e o fim de um jejum de um ano.

O que levou Ney Franco a pedir para sair do Vitória, além da proposta para ir pro Flamengo? Esta é a pergunta que não quer calar e difícil de se responder. Vamos dar tempo ao tempo.

Quando chamamos a atenção da galera de plantão no texto de 15/04/2014, “o pior cego…”, (após perdermos o título baiano para o jahia) queríamos alertar os dirigentes rubro-negros que precisavam dar uma chacoalhada na Comissão Técnica e jogadores, pois, até àquela data, já havíamos perdido tudo e não vislumbrávamos mudança de cenário caso não houvesse mudança de atitude de todos, jogadores, Comissão Técnica e dirigentes. Nos meus textos seguintes, cheguei a ficar chato, repetindo sempre a mesma coisa. Tínhamos e continuamos tendo um elenco limitado (mediano) que precisava e precisa de muita atitude, raça, determinação e sangue no olho para superar as limitações técnicas. Que precisa de muita humildade e liderança para render o suficiente para ficarmos entre os dez mais em 2014.

Ney vinha demonstrando ser um cabeça dura (arrogante manso – aquele que parece humilde, mas não é), um teimoso. Fechou com alguns jogadores que não vinham correspondendo em campo, vivendo de passado, cheios de máscara (vejam que não falo das baladas). Em nenhum momento, cheguei a dizer que ele não era um bom técnico. Admirei seu jeito sereno de ser, porém vimos depois que não era bem assim.

Nos seus oito meses à frente da Comissão Técnica (04/09/13 – 11/05/14), Ney Franco teve um aproveitamento de cinquenta e quatro por cento (54,17%), ou seja, de sessenta e quatro jogos, ganhou vinte e oito, empatou vinte e perdeu dezesseis. O detalhe preponderante é que não ganhou nada (nenhum título) em 2014, além de ter saído na primeira fase da Copa do Brasil, apesar de ter colocado o ECVITÓRIA na quinta posição do Campeonato Brasileiro de 2013. Fato que alimentava o ego e vaidade de muitos.

Claro que para este ano perdemos, por contusão, o nosso melhor jogador, Escudero, além dos dois zagueiros (Vitor Ramos e Kadu) terem deixado o clube, mas um caro e bom técnico serve para isso: montar o seu time e , se for o caso, tirar leite de pedra, surpreender, ser menos previsível, dançar conforme a música, pois cada jogo é um jogo e tem a sua própria história. Nas suas entrevistas, após as derrotas para o time de Itinga, sempre reconhecia que tinha tomado nó tático de Marquinhos, seu discípulo.

Liderança é algo muito complicado (um bom líder/gestor é aquele que toma as decisões certas nas horas certas), principalmente no mundo do futebol, com jogadores cheios de vaidade e, na maioria das vezes, sem uma formação mais eclética. Por isso, precisa-se ter um bom planejamento e uma execução ainda melhor. Esperamos que o novo Diretor de Futebol, Luís Felipe Ximenes (46 anos), não perca o tempo que o seu antecessor Raimundo Queiroz perdeu para fazer as mudanças e contratações necessárias para que o NOSSO GLORIOSO VITÓRIA volte a brilhar e dar alegria aos seus torcedores. Que contrate uma nova Comissão Técnica de qualidade, adequada ao perfil do nosso time o mais rápido possível. É preciso dar uma sacudida em alguns e oportunidade a outros, pois TÉCNICOS, JOGADORES E DIRIGENTES PASSAM, MAS O ECVITÓRIA NÃO.

Estamos recomeçando o ano agora (novamente – desculpem, mas não é redundância). Temos que recuperar o tempo perdido. Não se pode mais errar ou ficar com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar. É hora de levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

Presente de mãe.

Olá amigos rubro-negros!

No dia das mães do ano passado, em plena Arena Fonte Nossa (que saudade!), aplicamos um sapeca Iaiá de 7 X 3 nas sardinhas. Um verdadeiro presente de mãe. De lá prá cá, “necas de pitibiribas”: são sete partidas sem o Esporte Clube Vitória ganhar do jahia de Itinga.

Mas nada como um dia após o outro. E eis que está chegando o dia das mães de 2014. Um novo dia, com uma nova expectativa.

Precisou o Vitória chegar ao fundo do poço, perdendo tudo que disputou em 2014, para que a humildade, a vontade de vencer e o sangue no olho voltassem a habitar o coração dos dirigentes, comissão técnica e jogadores.

Na coletiva de Ney Franco, após o jogo contra o J Malucelli, pela Copa do Brasil, quando fomos eliminados nos pênaltis, ele assumiu que o time precisava mudar taticamente e, principalmente, de atitude. Reproduzo parte do nosso texto de 26/04/14 “O que faz a diferença II”: Ao contrário de muito torcedores, até que gostei (senti pena) de NF na sua coletiva, quando reconheceu que o ano foi desastroso até agora e que, caso continuasse no Vitória, iria mudar taticamente e cobrar atitude de seus comandados. Vi um pouco de humildade.

No empate de 2 X 2 com o Atlético Paranaense (27/04), em Pituaçu, pelo menos no primeiro tempo, já deu para ver um time diferente, com outra atitude e vontade de vencer. O problema foi o intervalo do primeiro para o segundo tempo, quando voltaram (alguns) a ficar arrogantes, achando que podiam ganhar fácil. Ledo engano: não existe jogo fácil – têm que jogar focado até o fim. Faltou preparo físico para alguns jogadores e as substituições não deram o resultado esperado, principalmente Picapau que esteve numa tarde infeliz, errando tudo.

Eis que se aproxima o jogo contra o Fluminense, líder do campeonato, com cem por cento de aproveitamento, em pleno Maracanã, longe da pressão da torcida rubro-negra e perto da pressão da torcida carioca. Quando soube da escalação do Vitória, falei com meus botões: foi preciso chegar ao fundo do poço para a arrogância de Ney Franco (e também de alguns jogadores) desaparecer e ele se conscientizar que o nosso elenco é limitado e que o time tem que ser mais compacto, com dois volantes, e com todos voltando para ajudar na marcação. Previ: com essa formação e se jogarem com vontade e sangue no olho não vamos perder para o Fluminense. Dito e certo: ECVITÓRIA 2 X 1 FLUMINENSE. Lavamos a alma. Lembrei-me que estive no Maracanã no ano passado quando ganhamos de 3 X 2.

E agora meus amigos de infortúnio, o que esperar do time de Ney Franco para o BAVI do próximo domingo, 11/05, DIA DAS MÃES, na Arena Fonte Nova, a partir das 18h:30?

Esperamos vontade de vencer, sangue no olho, determinação e, principalmente, muita humildade, tanto no esquema tático (um time mais compacto e forte na marcação), quanto na paciência, esperando os momentos certos para atacar e/ou contra-atacar. Ser menos previsível. Ser menos arrogante, pois, se não tivéssemos tomado gols nos BAVIs da final e contra o J. Malucelli, seríamos campeões baianos e ainda estaríamos na Copa do Brasil, porém agora não adianta chorar sobre o leite derramado.

Agora é hora de termos um presente de mãe, ou melhor, é hora do time do ECVITÓRIA dar um presente especial para as MÃES, PAIS, FILHOS E À TODA FAMÍLIA RUBRO-NEGRA: FAZER A FESTA NA ARENA FONTE NOSSA, BROCANDO AS SARDINHAS.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

O que faz a diferença II.

Olá amigos rubro-negros!

Pelo que aconteceu ontem em Pituaçu, quando fomos eliminados nos pênaltis para a FORTÍSSIMA equipe do J. Malucelli, uma das melhores do ranking mundial, constatamos que ninguém precisava de BOLA DE CRISTAL para pressentir aquele desastroso resultado. Aliás, pelo que vinha jogando nas últimas partidas, era mais que esperada uma noite de sofrimento. Mesmo para nós outros que, pelo amor que temos ao ECVITÓRIA, nesses meses temos colocados a paixão e esperança acima da razão, ainda torcíamos por uma mudança de atitude, tática e de estratégia da comissão técnica, jogadores e dirigentes. O que não aconteceu. E acho que dificilmente acontecerá. E aí eu volto a repetir: o pior cego é aquele que não quer ver.

Certamente ontem foi o penúltimo jogo de Ney Franco à frente da Comissão Técnica do Leão da Barra. Domingo, caso não vença o Atlético Paranaense, será o último.

Ao contrário de muito torcedores, até que gostei (senti pena) de NF na sua coletiva, quando reconheceu que o ano foi desastroso até agora e que, caso continuasse no Vitória, iria mudar taticamente e cobrar atitude de seus comandados. Vi um pouco de humildade. Hoje a Diretoria confirmou a sua permanência no cargo, pelo menos até domingo.

Conforme escrevi na primeira parte deste texto, eu me daria por satisfeito se ontem os jogadores (do Vitória, é claro, pois os do Jotinha fizeram a sua parte) demonstrassem uma mudança de atitude, jogassem com vontade de vencer, com sangue no olho, o que mais uma vez não aconteceu.

Pois é meus amigos de infortúnio, continuando com a minha saga sobre o que realmente faz a diferença para um time de futebol ser vencedor, além de tudo que já disse na primeira parte, complemento, ou melhor, Ney Franco já o disse ontem: exigir de todos (todos = jogadores, comissão técnica e dirigentes) uma mudança de atitude, humildade para reconhecer que sem vontade, raça, gana, determinação não se vai a lugar nenhum e que aqueles que estão se achando o bam bam bam saiam dos seus saltos altos e calcem a sandália da humildade. Que os nossos dirigentes assumam o comando e liderem com energia e firmeza o processo de reconstrução e recondução do GLORIOSO ESPORTE CLUBE VITÓRIA ao seu verdadeiro lugar: VITÓRIAS.

Para se construir algo demora muito tempo. Ney Franco vem se desgastando a cada jogo neste ano, insistindo com o mesmo e previsível esquema tático, sem mudar a forma de jogar e sem um padrão de jogo que protegesse a fraca zaga, além de alimentar o ego de alguns jogadores “meeiros” que ficam se achando.

Assim como na final do Baianinho, na Copa do Brasil bastava não tomar gol para passar para a próxima fase. E o que vimos? O de sempre: a mesma fragilidade na frente de zaga e o Deus nos acuda nas bolas alçadas na área de Wilson.

Está difícil, dificílimo!

Precisamos de reforços urgentes – jogadores de qualidade -, porém o mais importante e que todos exigem é a mudança de atitude dos jogadores, comissão técnica e dirigentes.

Domingo (27/04) poderá ser o início de um novo ciclo, o que poucos acreditam, ou o fim da era Ney Franco. Não dá mais para segurar, EXPLODE CORAÇÃO!

Precisamos de alimento para esta PAIXÃO CHAMADA VITÓRIA.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

O que faz a diferença.

Olá amigos rubro-negros!

Uma das coisas que eu mais busco é A EXPLICAÇÃO para algo que passa a acontecer e que antes não acontecia. Ou melhor, na maioria das vezes busco identificar a causa ou as causas para determinado (s) fenômeno (s). Não que eu queira ser dono da verdade e sim pela curiosidade que tenho em formar um juízo de valor sobre as coisas que acompanho e gosto.

Tudo isso ganha uma importância ainda maior quando envolve o meu, o seu, o NOSSO GLORIOSO ESPORTE CLUBE VITÓRIA. Aí eu vou fundo tentando encontrar as explicações/causas, tanto para o sucesso (maravilha distante!), quanto para o fracasso (que nos acompanha este ano. Ufa!). Confesso que estou sentindo uma inveja retada do LEÃO Pernambucano, o Sport Club do Recife: campeão da Copa do Nordeste e do Campeonato Pernambucano.

Mas “sêo minino”, o que é mesmo que faz a diferença num time de futebol? Respondo-lhe: tudo. Tudo faz a diferença. Seja um bom planejamento, uma boa gestão, contratações e atitudes tempestivas que possam mudar o rumo enquanto ainda há tempo e outras coisas mais. Isto vale para os dirigentes, comissão técnica, jogadores e torcedores. Cada um deve ampliar a visão, buscando enxergar cada vez mais e, principalmente, de fora para dentro e não de dentro para fora. É o conjunto desses fatores que faz a diferença. A bola não entra por acaso.

Saímos da disputa da Copa do Nordeste ainda cedo e perdemos o Baianinho para a sardinha de Itinga. Tenho dito que perdemos para nós mesmos – depois explico. Não que temos o time dos sonhos ou um elenco razoável para a disputa do Campeonato Brasileiro. Longe disto. Entretanto, acho que têm algumas coisas que fazem uma diferença enorme numa equipe de futebol.

Tenho constantemente externado em meus textos que, além de um bom elenco, muitas outras coisas são necessárias para que um time seja vencedor. A primeira e mais importante é sem dúvida a HUMILDADE. É preciso que o grupo tenha consciência que somente com muito trabalho, respeito ao adversário, vontade de vencer, raça, determinação, sangue no olho, equilíbrio e um ambiente harmonizado poderá alcançar os resultados positivos esperados. É necessário ter HUMILDADE para reconhecer que é preciso tudo isso para ser vencedor.

É fundamental que as partes envolvidas tenham confiança um no outro e que os objetivos estejam claros e que os respectivos líderes estejam conscientes de seus papéis, principalmente de que o coletivo deverá sempre prevalecer sobre o individual, preservando o equilíbrio psicológico do grupo.

Sabemos que o mal do mundo é a vaidade e que as deficiências técnicas somente serão superadas com muita vontade de vencer. Com a doação de cada um em prol do coletivo. Vimos muito isso no ano passado, quando o grupo se superou, conquistando cada ponto com muita luta.

Para não ficar longo e cansativo, depois continuarei este texto. Aguardem.

Hoje e domingo veremos se essa turma, que já perdeu tudo este ano, vai demonstrar humildade e vontade de virar o jogo e voltar a vencer. Já me darei por satisfeito se tiver vontade e sangue no olho. Que a teimosia diminua e que a vaidade dê lugar ao espírito de equipe. O pior cego é aquele que não quer ver (de novo?).

O ANO ESTÁ RECOMEÇANDO HOJE.

PRÁ CIMA DO J. MALUCELLI.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

Recomeçar com humildade. Por Olavo Oliva*

Amigos rubro-negros:

A tristeza se abateu sobre os corações dos torcedores neste último domingo.  Não foi a perda do título baiano, que é normal para um tradicional adversário. Foi a forma como perdemos o campeonato. Fomos humilhados pelo adversário em todos os clássicos. Só não foi mais desastroso em razão de não termos sofrido nenhuma sonora goleada, menos pelos nossos méritos, mas decorrente do respeito e o temor que o rival nutre pelo rubro-negro devido aos sucessivos revezes sofridos nos últimos anos.

Mas o que houve para perdermos a hegemonia da Bahia e do Nordeste e também das divisões de base este ano???

São muitas as razões que podem ser apontadas:

1- A mudança da direção do glorioso EC VITORIA.

2- O nosso Presidente Falcão, ao contrário do ex-presidente Alex Portela, não faz interferência no futebol. Delega, estabelece metas e cobra resultados. É correto? Entendo que sim, como gestor, pois o presidente não pode centralizar todas as decisões. A questão é que nosso Diretor de Futebol não mostrou a competência tão alardeada quando ficou sozinho na gestão da contratação de jogadores.

3- Perdemos a dupla de zagueiros, perdemos Maxi Biaccuchi, perdemos Escudero (por azar), não renovamos o contrato de Renato Cajá, liberamos Artur Maia para o America do RN.  Resultado: Ficamos sem zagueiros e sem meias de qualidade.

4- Para suprir a carência e reforçar o elenco o Diretor de Futebol trouxe: Lucas Zen, Dão, Ferrari, Defendi, Souza e Hugo. Entendo que aí o presidente Falcão teria que interferir neste momento, pois os jogadores que estavam sendo contratados eram reservas em seus clubes sem serem aproveitados, salvo o zagueiro Dão oriundo de um clube de segunda Divisão do interior de Santa Catarina.

5- Dormimos sobre as goleadas do ano passado e a performance do Campeonato Brasileiro.

6- O nosso treinador não foi humilde o suficiente para verificar que o adversário estava se reforçando e possuía um jogador diferenciado: Anderson Talisca (nenhuma marcação especial sobre ele). Ademais, em razão do treinador do Bahia ter sido seu pupilo, considerou que podia dar um nó tático nele. Muito pelo contrário: levou. O Bahia jogou do mesmo jeito todos os clássicos e nos superou na vontade e na técnica.

7- As goleadas sofridas para o America-RN e Ceará eram um prenúncio do que viria depois. Alertei o presidente Falcão para encorpar o elenco após o encerramento do primeiro clássico em Pituaçu (1×1) no dia 23/03, dizendo que se o Bahia melhorasse um pouquinho ia nos roubar o titulo. E roubou.

8- Quanto às divisões de base, entendo que a saída de Epifânio Carneiro, deixou uma lacuna na gestão das divisões inferiores que não foi suprida. Uma pergunta me deixa curioso: Por que o Vitoria só revela zagueiros e volantes há algum tempo? Nenhum atacante ou meia de qualidade. Faltam olheiros???

9- Assisti o sub-20 no jogo contra o Atletico-MG. O que eu vi me deixou preocupadíssimo.

Amigos rubro-negros, vamos descer do pedestal, o 7×3 e 5×1 ficaram no passado e na história do clube. Precisamos nos reinventar para o Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Reforçar o elenco com jogadores de qualidade (defesa e meias), através de um Diretor de futebol competente. São medidas urgentes. Vamos dar crédito à Diretoria, formada por pessoas comprometidas e que amam o VITÓRIA, para adoção das medidas necessárias. Quanto à manutenção do treinador, entendo que está condicionado a essa entrega.

Só para registrar: torcedor e conselheiro indo embora do estádio quando terminou o primeiro tempo não se justifica. Garanto que se fosse ao contrário, tal fato não ocorreria. Precisamos mudar essa cultura do pessimismo de parte da torcida, pois são energias negativas que interferem no jogo e nos jogadores. O exemplo é o Vasco quando joga contra o Flamengo. Com pensamento negativo, o Universo conspira contra. OTIMISMO SEMPRE!!!

VITORIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

*Olavo Oliva é Bel. Em Direito, Auditor Fiscal da SEFAZ/BA e Conselheiro do ECVitória.

Desenlatamos as sardinhas. Por Pedro Dórea*

Olá amigos rubro-negros!

Nenhuma contestação ou choro sobre a justiça do título do (fraquíssimo) campeonato baiano ter ficado para o rival. A arbitragem foi correta e o Vitória perdeu o título em campo, ou melhor, perdeu porque não entrou em campo para jogar.

Um time omisso, confuso, desinteressado, sem formação tática definida, foi assim que o elenco montado por Ney Franco vinha atuando nos jogos este ano e principalmente nos últimos BAVI´s. Os resultados foram mais que previsíveis: algumas vitórias sem convencer, outros empates insossos, derrotas humilhantes e finalmente, a PERDA DO TÍTULO Baiano.

Sinais claros deste baixo rendimento já vinham sendo dados, mas Ney Franco, Diretoria de Futebol e os jogadores não perceberam a tempo. O empate em casa e a acachapante derrota que nos custaram a eliminação vergonhosa para o Ceará, na Copa do Nordeste, não serviram de alerta para a Comissão Técnica que insistia numa formação de ineficiente ofensividade, meio de campo pouco produtivo e de defesa vulnerabilíssima.

Achar culpados agora é tarefa fácil, tantos foram os equívocos e creio que isto não deve ser a nossa preocupação deste momento. Corrigir imediatamente os erros no Departamento de Futebol do Vitória é que deve ser o foco principal do clube. Creio que há muito jogadores inservíveis no atual elenco e eles deveriam ser dispensados por ineficiência o quanto antes, mantê-los significaria nossa insistência no equivoco e oneração de nossa folha de pagamentos.

A atual Comissão Técnica deve ser mais cobrada pelos resultados e não somente pelas boas intenções. Futebol se mede pelos títulos conquistados e pelas boas campanhas nas competições. Ney Franco foi muito bom para o Vitória no ano passado, mas este ano ele ainda não conseguiu repetir o bom desempenho. Mas Ney ainda pode se redimir se avançar bem na Copa do Brasil.

Nosso elenco atual é muito limitado e, pior que isso, tem demonstrado descompromisso com o clube. São raras as exceções de raça e respeito ao clube, por parte dos jogadores.

Não há tempo a perder nem devemos nos lamentar, é hora de tomar atitude: o planejamento do futebol do clube deve ser reavaliado com urgência e por certo mudanças deverão ser implementadas (ainda que um tanto tardias).

Mas nem tudo está perdido. Precisamos recuperar o quanto antes a autoestima da torcida e isso só será possível com boas apresentações do time na Copa do Brasil e no Brasileiro. Precisamos de muitos reforços, de BONS e comprometidos jogadores, e forte apoio psicológico, pois o time está visivelmente abalado.

Óbvio que o rival vem utilizando nossa competência adquirida e aprendendo conosco a fazer gestão de um clube de futebol. Um exemplo disso é que eles contrataram a psicóloga que trabalhou o aspecto motivacional do Vitória no ano passado. O que se viu foi uma entrega dos jogadores do rival acima da média; já os nossos apenas passearam em campo. Outro exemplo foi a jogada de puro marketing do rival, que contrataram o nosso vice-artilheiro de 2013, Maxi, (que felizmente ainda não desencantou no rival, mas já foi útil a equipe na decisão) e nós, além não acharmos substituto à altura, demos azar com a contusão de Escudeiro.

O Vitória construiu estes caminhos e o rival está se aproveitando do nosso aprendizado e dos nossos exemplos: gestão financeira equilibrada, apoio psicológico à equipe, jogadas de mídia esportiva, participação maior e mais efetiva dos conselheiros nas decisões do clube, dentre outros tantos que ele tem nos copiado.

Ou seja, entregamos o abridor às sardinhas e eles estão conseguindo sair da lata com uma gestão no futebol e com contratações mais eficientes que as nossas, afinal de contas eles conquistaram o titulo baiano, revertendo uma grande vantagem que tínhamos, e sequer esboçamos reação. A Comissão técnica e time do Vitória aceitaram passivamente a perda.

Vamos em frente, continuaremos vigilantes e torcendo pelo sucesso do nosso Vitória, esperando que os nossos erros cometidos sejam aprendidos como lição e que eles não se repitam pela Comissão Técnica. Não somos torcedores de Ney Franco ou de qualquer outro treinador, ou mesmo dos jogadores sem compromisso, eles são empregados do clube e remunerados adequadamente para dar o melhor resultado ao Vitória. Somos torcedores do Vitória, eles passam, mas o clube fica.

*Pedro Dórea é Bel. Em Direito, Servidor da SEFAZ/Ba e Conselheiro do ECVitória.

O pior cego…

Olá amigos rubro-negros!

O pior cego é aquele que não quer ver.

No final do primeiro tempo do jogo do ECVITÓRIA 2 X 1 V. Conquista (26/03), escrevi no whatsapp para um colega/Conselheiro: “Perdemos o baianinho. Com esse timeco não vamos ganhar nada. Vamos sair da Copa do Brasil aqui”. Isto porque víamos um time jogando SEM ALMA, alguns jogadores se achando, vivendo de passado por terem sido o quinto (5º) colocado no Brasileirão 2013. Felizmente ou infelizmente voltaram para o segundo tempo com outra postura, com mais vontade, determinação e sangue no olho. Viramos o jogo com gols de Airton e uma pintura de Picapau. No jogo de volta em Pituaçu o time goleou por 6 X 0, classificando-se para as finais com vantagem de jogar por dois resultados iguais contra o time de Itinga.

O time voltou a ficar cheio de vaidade, apresentando a mesma ausência de pegada de sempre, perdendo o primeiro jogo para o jahia por 2 X 0 na Arena. Como já havíamos perdido o BAVI anterior pelo mesmo placar, achávamos que o time viria com mais garra e alma para esse jogo, o que não aconteceu.

Ontem, mesmo com vantagem já perdida, a torcida compareceu à Pituaçu cheia de esperança, acreditando que reverteríamos a desvantagem e conquistaríamos o bicampeonato baiano. Ledo engano. Triste ilusão.

E o que vimos? Vimos um time novamente SEM ALMA, sem pegada, apresentando os mesmo problemas de compactação – defesa/meio/ataque – e um time adversário cheio de vontade. Vimos um time (jahia) coletivamente motivado, focado, disciplinado taticamente e outro (ECV) novamente vivendo de passado, com alguns jogadores se achando, além das deficiências técnicas. Em um faltavam técnica, vontade e tática, em outro, apesar das limitações técnicas de alguns dos seus jogadores, sobravam disposição, disciplina tática e muita vontade. Resultado: um primeiro tempo de 2 X 0 e prenúncio de outros gols no segundo tempo se não houvesse mudança de postura.

Vislumbrando isso, muitos torcedores deixaram o estádio, inclusive este que vos escreve, deixando cair por terra toda a esperança que havíamos depositado. Esperança era o que vinha nos alimentando, nos cegando. Aí acordamos e vimos que o pior cego é aquele que não quer ver. Não adiantava mais tapar o sol com a peneira. O nosso time, além de limitado, esteve esse tempo todo vivendo de passado, da campanha de 2013. Teria sido melhor se tivéssemos ficado na décima quinta (15ª) colocação, ou próximo disso. Aí teríamos um melhor planejamento e atitudes para este 2014.

Apesar do time ter empatado o jogo (2 X 2) no segundo tempo, mesmo com um jogador a menos, o adversário teve várias chances de gol que pararam nas defesas de Wilson, senão o placar poderia ter sido outro. Temos um time (ataque) que está tendo uma dificuldade enorme em fazer gols (exceto 6 X 0 sobre o VC) e que (defesa) sempre vem sofrendo gols. Os nossos laterais atacam e fazem gols, mas não defendem. E aí, onde está o problema? É o técnico ou são os jogadores? Reflexão!!!

Temos constatado que um dos problemas do time ECVITÓRIA, além de alguns jogadores estarem se achando, é o psicológico e motivação coletivos, é de bastidor (será?). Fiquei sabendo que a psicóloga que prestou serviços as ECV no ano passado, agora está no jahia. Isto merece uma boa reflexão por parte da diretoria!!!

Perdemos tudo que disputamos até agora, seja nas divisões de base, seja no profissional. Quarta-feira (16/04) será a partida de volta da primeira fase da Copa do Brasil, contra o J. Malucelli, em Pituaçu, às 19h30.

Mais uma vez não adianta chorar sobre o leite derramado. Agora, novamente, é hora de levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Raimundo Queiroz foi o bode expiatório. Outros poderão ser, mas o que queremos mesmo são ações rápidas e caceteiras, pois não temos mais tempo. Sábado (19/04), 18H30, teremos o primeiro jogo do Campeonato Brasileiro contra a forte equipe do Internacional-RS, no Estádio Beira Rio, em Porto Alegre.

Para recomeçar é preciso esquecer o passado, pois ele não se conserta, serve simplesmente como parâmetro para reflexão sobre os erros cometidos, para ampliar a visão (de quem for humilde e aberto ao aprendizado) e definir as novas atitudes e ações a serem implementadas pela diretoria, comissão técnica e jogadores. Tudo isso será mais importante que buscar culpados. Todos o somos.

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!

Eu acredito, nós acreditamos…

Olá amigos rubro-negros!

…E Deus disse: Faça sua parte que Eu te ajudarei.

Na semana passada, Rochadamus cometeu um erro de previsão ao profetizar que o ECVitória ganharia o BAVI por 3 X 1. Na segunda-feira (07/04), um colega fez a seguinte retificação: “Rocha, esse será o resultado do VIBA de 13/04”. Exclamei: então não errei a previsão, errei o dia! Assim o será.

Que os jogadores rubro-negros encarnem o espírito dos GUERREIROS LEONINOS. Que entrem em campo com muita vontade de vencer, humildade, raça, determinação, sangue no olho e tudo o mais que puderem, pois Deus ajuda a quem cedo madruga. Para vencer será preciso se superar. Será preciso deixar de lado as vaidades, colocar o coração no bico da chuteira e jogar, jogar muita bola para superar as limitações técnicas do elenco.

Só ganha quem não perde. Óbvio? Sim. Falei no meu texto anterior que o Vitória seria campeão se não tomasse gol. Bastava jogar com o time mais fechado, mais resguardado. Não fez. Agora não adianta chorar sobre o leite derramado. É hora de levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Eu acredito, nós acreditamos…

As sardinhas saltitantes estão ensandecidas! Já se consideram campeãs. Claro que a vantagem que era nossa agora é delas, mas nada está perdido, ainda. Nada é, nunca foi e será fácil para o ECVITÓRIA. Tudo é muito difícil. Vamos sofrer até o último minuto, porém vamos vencer mais essa batalha.

E o que precisa? Vontade de vencer, equilíbrio psicológico e tática, muita organização, consciência e disciplina tática.

Eu acredito, nós acreditamos…

VITÓRIA, VOCÊ É A SOMA DE TODOS NÓS!!!